quinta-feira, agosto 27, 2009

Clandestino

Clandestino no porão do meu sonho
Viajo sem saber para onde vou.
Sei que ele não me levará até ao fim
Porque eu nunca lhe disse onde fica.
Mas não o vou abandonar agora
Deixo-me levar até onde ele quiser.

(Rui Serodio)

Via A Ovelha Perdida

Pela mesma via o poema Logo Hoje, do poeta autor do Blog

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